alecrins no canavial

e por falar em Cuca Roseta

Posted in Uncategorized by Alziro on fevereiro 15, 2009

…agora me diz… de onde será que sai essa voz toda da miúda?!

e por falar em Agualusa

Posted in Uncategorized by Alziro on fevereiro 15, 2009

Olhem que interessante o texto:

“Imaginem um rapaz correndo de mota numa estrada secundária. O vento bate-lhe no rosto. O rapaz fecha os olhos e abre os braços, como nos filmes, sentindo-se vivo e em plena comunhão com o universo. Não vê o camião irromper do cruzamento. Morre feliz. A felicidade é quase sempre uma irresponsabilidade. Somos felizes durante os breves instantes em que fechamos os olhos.”

saudades de portugal no brasil

Posted in Uncategorized by Alziro on fevereiro 15, 2009

Acabei de assistir ao documentário Carnaval para D. João VI, mas infelizmente não vi desde o início. O filme busca, através de depoimetos de artistas e imigrantes, portugueses e brasileiros, traçar um panorama da evolução da relação entre os dois países. Sei que sou suspeito pra gostar, mas confesso que no começo não dei muita bola. Depois fui colecionando agradáveis surpresas e quando vi estava totalmente tomado.

Por exemplo, o escritor José Eduardo Agualusa diz que “o Rio de Janeiro é uma espécie de Lisboa desabrochada pelo sol” e ainda vai além. Agualusa completa dizendo que o Rio de Janeiro é a cidade mais portuguesa do Brasil. Ora, genial! Eu já tinha dito aqui que gostava de pensar no Rio de Janeiro como uma intenção de Lisboa, que se perdeu…

Ainda tive outras ótimas surpresas como rever a fadista Cuca Roseta, que conheci pessoalmente e ainda fui assití-la cantar em minha última noite Lisboeta de 2008.

Acho que o filme é isso: uma coleção de pequenas coisas; um quebra-cabeça de pequenas referências. Cabe a nós montar as pecinhas.

Segue a grade de reapresentação do documentário no canal Futura:

Fevereiro 2009

Domingo, 15/02/2009 às 20:30

Quinta, 19/02/2009 às 23:30

Domingo, 22/02/2009 às 16:30

Terça, 24/02/2009às 20:30


4 anos!

Posted in Uncategorized by Alziro on fevereiro 1, 2009

Em janeiro fez 4 anos que comecei com o Alecrins no Canavial. Bom, acho que posso considerar-me um sobrevivente. Entre indas e vindas estamos aí e agradeço a todos da equipe, que sou eu mesmo. Rá!

agora sim!

Posted in Uncategorized by Alziro on janeiro 25, 2009

11tqy52
Com o texto da Miriam Leitão que eu tirei lá do Trabalho Sujo:

Adeus, Bush

Foi ruim enquanto durou. O governo George W. Bush mentiu, torturou, prendeu pessoas sem acusação, teve prisões secretas, arruinou a economia, deixou um rombo nas contas públicas, desrespeitou a ONU, fez duas guerras, bloqueou acordos contra o aquecimento global, desamparou as vítimas do Katrina, censurou cientistas. Sim, foi pior do que o governo que odiávamos tanto: o de Richard Nixon.

Não, a História não lhe dará razão. Pode fazer o contrário: confirmar as piores suspeitas. Já começa a fazer isso. Bob Woodward, sempre ele, o lendário repórter do Watergate, publicou no “Washington Post” a confirmação de que em Guantánamo se torturava. Mohammed Al-Qahtani, um saudita, foi mantido isolado, impedido de dormir, exposto nu a frio extremo, sofreu afogamentos e outras perversidades próprias de governos extremistas. Quem confirmou isso ao jornalista não foi um “garganta profunda”, mas alguém de quem se sabe nome, rosto e cargo: a juíza Susan Crawford, funcionária do Pentágono, com autoridade de decidir quem deveria ir ou não a julgamento. Qahtani não irá a julgamento porque seu interrogatório foi criminoso. “Nós torturamos”, reconheceu.

George W. Bush foi para a vida americana o que o AI-5 foi no Brasil. Pessoas sumiam sem qualquer acusação formal, eram mantidas presas sem processo e formação de culpa, cientistas do governo, que alertaram sobre aquecimento global, foram perseguidos ou tiveram seus textos alterados, cidadãos tiveram conversas gravadas sem autorização judicial.

No princípio, foi a fraude eleitoral; no fim, o apocalipse econômico. O governo Bush foi todo equivocado, com um intervalo em que ele perdeu a chance aberta por uma tragédia: o 11 de Setembro. A primeira eleição foi perdida no voto popular e vencida no colégio eleitoral graças à manipulação na contagem dos votos no estado governado pelo irmão Jeb Bush, a Flórida. Foi o pior momento recente do sistema eleitoral americano, em que se viu o quanto o sistema e o método de votação haviam envelhecido.

A tragédia do 11 de Setembro abriu uma chance ao presidente. A população americana se uniu em torno da pessoa que representava a instituição máxima da Nação. O mundo se solidarizou com os Estados Unidos e sofreu pelos mais de três mil inocentes que morreram enquanto trabalhavam, ou andavam pelas ruas da cidade mais internacional do planeta. O terrorismo agindo em rede só podia ser enfrentado pelos governos unidos em rede. Bush fez naufragar essa chance, aberta pelo sofrimento e pelo luto, ao escolher o caminho do isolacionismo, do desrespeito às leis internacionais e do enfraquecimento das Nações Unidas.

Se, na luta contra os Talibãs, o governo americano teve o apoio da maioria da opinião pública mundial, na guerra do Iraque ele violou princípios e alienou aliados. Agora, Bush admite que errou ao apostar na existência das armas de destruição em massa. É tarde. Na época, ele ignorou os relatórios da ONU e a oposição de amigos como a França e a Alemanha. Saddam Hussein era um ditador e ninguém o chora, a não ser seus adeptos ferrenhos. Mas a civilização ganharia se ele fosse deposto de outra forma. O julgamento viciado e o enforcamento grotesco não ajudam a fortalecer princípios e valores democráticos.

Bush não criou um mundo mais seguro com suas guerras sem fim. O mundo estará mais seguro dentro de dois dias, quando chegar ao fim a era Bush. O desafio da luta contra a irracionalidade do terrorismo vai continuar, e testará o novo presidente. Mas se houver uma cooperação entre os países aliados e os organismos internacionais e respeito às leis e valores, haverá mais esperança de vencer.

Na economia, seu governo não foi apenas inepto. Foi irresponsável. Foram perseguidos e silenciados os que dentro da máquina pública alertaram para o risco da bolha imobiliária. Os sinais da excessiva ausência do Estado, no seu papel regulador e fiscalizador, ficaram cada vez mais contundentes. E a resposta foi mais ausência. Bush chegou a tentar nomear executivos da indústria de derivativos para órgãos reguladores do setor imobiliário. Surfou na bolha para se reeleger. O estouro lançou o mundo na era de incerteza. E até ontem, hora final, a crise bancária voltou a piorar.

Os republicanos tinham ao menos a fama de ser responsáveis fiscalmente. Hoje já não podem dizer isso. O governo George W. Bush recebeu os EUA com superávit orçamentário e entrega o país com um enorme déficit, que pode chegar a US$ 1,3 trilhão, e uma dívida crescente.

Bush sabotou deliberada e persistentemente todos os esforços do mundo para reduzir as emissões dos gases de efeito estufa. Não por acaso, o estado campeão de emissões no país é exatamente o Texas. Foi incompetente no Katrina, antes e depois da tragédia, e não entendeu o alerta da natureza. Qualquer minuto de atraso na luta para preservar o planeta é um crime contra as gerações futuras, que herdarão a Terra.

Difícil saber onde Bush não errou. A boa notícia desta manhã de sábado é que faltam dois dias para o fim dos longos e duros oito anos. Terça-feira há de ser outro dia.

da feia fumaça que sobe apagando as estrelas

Posted in Uncategorized by Alziro on dezembro 10, 2008

No úlitmo feriado o alecrins no canavial foi à São Paulo, e de lá pra cá tenho tido muito pouco tempo pra escrever. Hoje acordei um pouco mais cedo e estava lendo uns blogs que fazia muito não lia. Encontrei uma definição interessante no we make money not art que compartilho:

I arrived yesterday in São Paulo and i still have to recover from the shock. This is the new Berlin, the new New York, the new ‘i’ve never seen such an exciting place before.’

Aliás, we make money not art é um ótimo blog!

dodecacuia

Posted in design, Uncategorized by Alziro on outubro 29, 2008

Bom, o hexágono está por todo lado. E nós aqui da Tanta não ficamos pra trás. Faz já alguns meses que a Dodecacuia está pronta, mas só agora ganhará o mundo…

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calculadora de carbono

Posted in Uncategorized by Alziro on setembro 24, 2008

calculadora de carbono

A idéia é simples. Calcular sua emissão anual de Gases de Efeito Estufa (CO2 equivalente), e a quantidade de árvores que deverá plantar a fim de compensar estas emissões. Você insere alguns dados como consumo de energia elétrica, gás, kilometragem do seu automóvel, viagens nacionais e internacionais e pronto. A calculadora desenvolvida pela Iniciativa Verde faz o resto. Com o resultado em mãos você tem duas opções: plantar as árvores você mesmo ou ainda comprar o plantio gerenciado por eles. O custo é de R$ 13,85 por árvore plantada. Segundo a organização o plantio é feito apenas em APPs (Áreas de Preservação Permanente) mais especificamente em margens e nascentes de rios. É possível ainda participar do plantio, além de receber o selo Carbon Free. Vale a visita.

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de mudança…

Posted in Uncategorized by Alziro on abril 8, 2008

Estamos de mudança. Eu e o Alecrins no Canavial, mas vamos por partes. O Alecrins volta em grande estilo e de cara (e endereço) novos. Ainda em versão beta realease é claro. Preciso me acostumar com a nova interface; me convencer de que o WordPress é mesmo melhor que o Blogger; e o mais importante: Preciso voltar a escrever com freqüencia.

ainda não

Posted in Uncategorized by Alziro on setembro 16, 2006

só pra colocar que este blog ainda não morreu…